ao nono círculo do tormento eterno.
Bem sei que tudo não passa de maré,
de altos e baixos, mal trocados.
Eu, que nessa vida já observei e já agi.
Que, no observar, aprendi.
E no agir, por vezes, tentei corrigir,
e logo após, pela redenção optei.
Redenção vem após os sete palmos.
Redenção em sua total naturalidade
vem após o crucio em enxofre,
em fogo escaldante, ardentes na mente.
Agora, cá estou, no fundo de um poço crescente
Perturbado em agonia e desgosto,
Salgando o pão insosso, amassado, pensando:
Até qual profundidade pode minha humanidade alcançar-me?
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