Um dia se cai de amor, noutro se faz de insano. Noutro dia só olha pro estrago, e passa o pano.
Esse menino, sei não. Parece um cão sem dono, desgraçado pelas mãos do sono, do afago, do propano.
Propano que já viu queimar, aliás. Queimou, tentando aquecer o pranto, mas só fez esquecer o forno, por acender o cigarro, por fazer a pipoca. por esquentar a água pra compressa, pra ressaca, pro banho.
Menino, te orienta.
Nesse mundo de ressaca, é rei quem continua na praça.
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