sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Nessas horas que penso se serei capaz de ver-te. Belamente acompanhada, com um sorriso nos olhos, e um companheiro ao lado. Enquanto eu, observo de longe, procurando onde estarás fazendo tua reunião tão íntima a qual me chamastes. Teu poucos amigos queridos, tuas poucas amigas de vida, e ele. E eu. eu que contigo sempre me abri. tu que comigo sempre te mostrastes. Nós que, um ao outro, sempre nos conversamos, acompanhados pela noite febril, inebriante, acalmante, deusa protetora dos amantes. Pois vós nem sei se antes ou depois viestes. Veio-me alguém para paralisar meu peito, então alguém que o fez voltar a bater, mas que logo embora iria. Apenas desfilibrou-me. E então tu. Tu, que nem saber quando amei, ou parei de amar. Tu, que de ti a lua lembrou, por uma semana atroz...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Eu fico até sem saber como ter folego depois que leio o que escreves. Gosto muito. Gosto como se fosse minha vida andando por teus lábios e dedos a digitar. Vida talvez sonhada, por ter sido mais amada. Mesmo que em quantidade.
ResponderExcluir