segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Você marca para encontrar-se com uma garota no bar, aquele de sempre, e chega 10 minutos, 10 não importantes minutos, mais cedo. Pois bem, antes ela não esperar do que eu. Pede uma cerveja, um copo, o sal e a pimenta. Liga o mp-qualquercoisa, e num só gole esvazia o primeiro copo, para a partir daí perder-se em pensamentos. Lembra da sua primeira vinda a esse bar. Dos amigos bêbados cantando, sendo carregados, ou lhe carregando. E das outras garotas, de outros encontros, distantes encontros, tenham eles ocorridos do outro lado da cidade ou doutro lado da rua; O tempo encarrega-se da distância.

Quando percebes, quatro garrafas já passaram. A garota não chegara, nem sinal de vida dera. Você liga e não é atendido. Liga de novo, em pouco tempo, e dá desligado. Hm, pois bem. Manda uma mensagem dizendo que se foi. Pede outro copo. Bebe outro gole, e tal qual uma perce, pensa:
"E então noite? Há quem minha cerveja darás?"

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