Tem um campo. Um campo lindo, extenso, cheio de vida, onde várias plantas podem nascer. Um milagre no mundo, esse lugar. E nele chove. Em alguns campos chovem mais, noutros menos; O importante é que chova, para que as plantas ali continuem muito vivas, fiquem mais que belas, virem um esplendor de cores, um tratamento para todas tristezas. E, nesse campo, nascem coisas inacreditáveis: Uma planta que estimula a felicidade. Uma que faz a criatividade saltar aos olhos, a pele, a cada fio de cabelo. Uma que embeleza o ser, tanto por fora quanto por dentro. Mas todas as plantas desse campo não podem sair dele campo. Elas tem que ficar lá, pois ali, naquela terra mágica, existem coisas que não existem em canto nenhum, e que de lá não podem ser tiradas.
Todas as plantas lá nascem, e lá ficam. Todas, menos uma.
É quando a chuva bate numa semente especial. Uma semente mágica, muito rara, mas que nunca deixa de aparecer por lá. Uma semente que mistura todas as maravilhas contidas em todas as outras plantas desse campo. Uma semente poderosa, linda, e cheia de felicidade.
Mas não é uma semente fácil de florescer. As vezes, na primeira chuva, ela começa a se transformar, a germinar. As vezes, é preciso muita chuva. As vezes, pode chover muito, mas a semente não esta no campo. E as vezes, a semente e a chuva não conseguem ser fortes para fazer brotar a planta maravilhosa gerada por essa semente.
E, as vezes, a chuva e a semente se ligam. A chuva dança pela superfície da semente, até a semente, satisfeita, começar a crescer. A crescer para virar a linda planta que poderá sair do campo, e trazer felicidade, amor, sorrisos e esperança para longe dele.
E é daí que vem os bebês, filha. Daí que vem os bebês.
(Originalmente postado no dia 13/08/2013, no blog Líquidas Palavras)
Yeah! E a parceria já vai dando frutos!
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