sexta-feira, 26 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Le fleur
E, no amanhecer na roda de samba,
Encontro uma flor.
Posso cuidar, ou só cheirar.
Mas, de fato, se por ventura não estiver inebriado.
Da flor me recordo, até o dia em que meu samba for pelo ralo.
Luiza - 1
Nos conhecemos de praticamente um acidente
Tu em teu locus, e eu no meu.
E, em tanto prosear, em tanta poesia,
Chegastes cá, acidentalmente ao meu lado,
como quem não queria nada, eu quis me aproximar
Até mesmo após o teu cangote cheirar.
Ah, Luiza...
De tantas desventuras, tantas andanças e tantos laços...
Me pergunto: Por que tinhas que voltar?
-Inspirado numa música ai.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Sem lirismo
Não estou em busca do bom gosto
que eu possa encontrar nos lábios de outrem
Só quero o prazer do toque, o prazer
de um encosto.
Não quero o coração cheio de sentimento,
onde eu lembre do lar, da sensação de ser amado.
Só quero minha mão cheia de um seio,
e o suor de dois se misturando.
Não quero a obrigação do amor, de carinho,
a obrigação onde nos lembram de como se deve amar.
Quero a liberdade de conversar, ir e voltar, sem me preocupar
e uma noite que eu não precise lembrar donde eu fui parar.
Por isso, garçom, me serve mais um whisky,
dos mais fortes, e põe um jazz pra tocar.
Tudo isso, sem lirismo, faz favor.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
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