sábado, 31 de dezembro de 2011

Não consigo escrever. Não consigo pensar em uma mera linha, que refletirá o mínimo do meu tempo, do meu dia, do meu sentimento.
Não consigo canalizar nem que seja o menor acontecimento, pois o que acontece é: Cozinha, gelo, cozinha, esperar o gelo congelar.
Não consigo ter ideias para conversas. Ideias para vida esqueceram de passar pela minha janela, eternamente aberta, e pela minha alma, essa nem tanto...
Não consigo escrever.
Entorpeço-me nas criações de outros, e os poucos pensamentos que tenho não vem da vida, mas de um filme revisto, outro visto, e textos lidos.
Não consigo me manter, não consigo.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Amigo, ontem foi uma noite boa.
brinquei com meus amigos,
todos rimos e dançamos até o sol raiar.
Alguns foram-se mais cedo,
outros ficaram para poderem voltar sem aperreio.

Alguns jogaram bola, outros falaram da vida
sem sequer uma nota no bolso.
Uns resolveram que não iriam beber
Outros não conseguem sequer lembrar
o nome do whisky bom que bebiam.

O que é uma pena, pois em casa
vou continuar com meu whisky barato do mercado.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

About to whirl

Restless in the middle of the night
Can't you stick on a fight?
Mindless, in the middles of the class
Can't you see the mirrored glass?

Blindness covering your soul
Will you choke, instead of doing your role?
Colorfull is the day after the blissful night
Why can't it stay, and change your life?

Godless is the dirty sidewalk
Is it for you your step rock?
Priceless is the friends talk
Is your mouth ready to do a storm?

Pityless is the stranger's will
Would you like to catch a pill?
Boardless is the human's soul
Would you like to venture into the dark hole?

Man, she's gonna blow your mind.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Preguiça...

Preguiça...
Vontade de sentar, e deixar o corpo relaxar
Relaxar do dia, descansar a labuta, a tensão variada
Sentar na cadeira, na calçada sombreada, abaixo duma árvore abençoada.
Deitar numa cama, numa grama, num banco de cimento -
até um banco de cimento, na preguiça, parece um campo de veludo -a
Tomar o suco gelado, provar o âmago puro, deixar escorrer o escorrido pelo rosto
e nem se preocupar. Pra que se catar?
Preguiça é uma festa de Dionísio. Preguiça é a companhia de Hypnos.
Preguiça, até as forjas de Hefesto se benzem dela por vez em quando.
Preguiça. Por preguiça, a cadeira dura após o dia de trabalho
parece mais os braços da morena. Ou da branca. Ou da asiátigca...
Provavelmente, da malandra cheia de vida.
Cheia de vigor, ardor, e cheiror....
E que, mesmo assim, é cheia de preguiça.
E com essa preguiça, é amada. Cheirada. Adorada.


domingo, 4 de dezembro de 2011

Why not try it all, if you'll only remember it once...

Simples: Eu não vou lembrar apenas uma vez. Próximooo...