quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Daí, ele puxa um cigarro torto da carteira velha, e começa a fumar. E continua a ler. A cair no abismo perigoso daquelas palavras que, nada mais, tentam expressar fielmente um mundo de sentimentos. Porque é isso que palavras são. A parte rasa de todo o mar da alma.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Pois foi. Dizem que há um demônio no fundo de toda garrafa. Sério? Somos tão covardes aponto de negar esse lindo lado atormentado, alimentado por preconceitos, medos de perdas, falhas, nãos e tudo sei lá mais o que? Então veja. Quem alimenta esse cão é você. E ele fica feio, tuberculoso e herpético, mais e mais. E ele vai te engolir. Estraçalhar-te em pedaços, irreconhecíveis até a ti, cidadão exemplar. Exemplar de merda, que se nega a aprender a respeitar mulheres, pessoas com pensamentos diferentes, ou atitudes diferentes. Uma pedra pesada amassada em seu próprio musgo fétido acumulado. Uma árvore velha, podre e fortemente enraizada, cujos frutos podres deveriam ser imediatamente negados por todo e qualquer organismo. Um veneno expurgado.
Mas enfim, querida. Embriagar-me é minha dose periódica de sanidade.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Sendo bem clichê mas, as vezes, tudo que alguém precisa é de começo novo, ou de um caminho notoriamente diferente.