domingo, 17 de julho de 2011
Fim do mês
Fim do mês? É, ele está bem perto já. No meu caso, ela, porque nessa ocasião em que vos escrevo, eu vejo essa bendita entidade como uma garotinha feliz de óculos e cabelos trançados, nos seus 10 anos de idade, sentada ao lado da minha cama lendo um livro de páginas brancas, perguntando-me constantemente se estou me sentindo bem. E foi apenas agora que eu a respondi, pois em todas as outras não quis preocupar uma garotinha de 10 anos, óculos e cabelos trançados, lendo um livro de folhas em branco com a minha falta de bem estar que eu aleguei a todos não ter motivo algum.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Forget about the crazy, bitchy, annoying person whom sleeps besides you every night.
Forget about that crapy boss of yours, and about your crapy job, which is too easy but gives you no satisfaction.
Forget about your pity to the others, whenever you think to talk with them about your problems, or do some professional project or shit.
Forget about the annoying guys whom keeps annoying you.
Forget about the things you are afraid to lose.
Forget about the things your fears. They all will die with a little bit of courage.
Forget about dying, and fucking live, laugh, eat, enjoy the colors, enjoy everything, enjoy fucking life.
Whenever the world is gray, whenever the colors stop shinning, it is when you are doing wrong. To yourself.
Life is useless if it isn't for living. Deal-with-it.
domingo, 26 de junho de 2011
Para com o desespero lidar
1º: Está na rua? Vá para casa.
2º: Deixe-se levar (o que ocorrer no caminho para casa) de algum jeito: Um desabafo, um escrito, ou um barraco.
3º: Daí ficarás parado, a pensar.
4º: Masturbe-se até gozar, cansar e se acabar.
5º: Lave os pratos.
6º: Arrume o quarto.
7º: Tome um banho. E uma breja, se lhe der.
8º: Se desabafado tiveres, pense de novo sobre.
9º: Siga com a vida.
PS: Criar também é uma boa.
O original vai para alguém a quem estou devendo.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
O pior da tristeza não são suas causas. As causas a gente um dia esquece, deixa pra lá, num canto empoeirado do quarto, atrás da porta. Não, o pior da tristeza são suas crias, que crescem como vinhas, como heras, como ervas daninhas, e se espalham no corpo, na mente, na alma. Que aprisiona seja como num bizarro bondage, num complexo e paralizante amarrado, ou numa teia bizarra de podridão. Que se espalham da tristeza, e tristeza espalham. Danada é a tristeza. Ou se tora pela raiz, ou a transforma num jardim de jasmins.
Assinar:
Postagens (Atom)
