terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Preguiça...

Preguiça...
Vontade de sentar, e deixar o corpo relaxar
Relaxar do dia, descansar a labuta, a tensão variada
Sentar na cadeira, na calçada sombreada, abaixo duma árvore abençoada.
Deitar numa cama, numa grama, num banco de cimento -
até um banco de cimento, na preguiça, parece um campo de veludo -a
Tomar o suco gelado, provar o âmago puro, deixar escorrer o escorrido pelo rosto
e nem se preocupar. Pra que se catar?
Preguiça é uma festa de Dionísio. Preguiça é a companhia de Hypnos.
Preguiça, até as forjas de Hefesto se benzem dela por vez em quando.
Preguiça. Por preguiça, a cadeira dura após o dia de trabalho
parece mais os braços da morena. Ou da branca. Ou da asiátigca...
Provavelmente, da malandra cheia de vida.
Cheia de vigor, ardor, e cheiror....
E que, mesmo assim, é cheia de preguiça.
E com essa preguiça, é amada. Cheirada. Adorada.


domingo, 4 de dezembro de 2011

Why not try it all, if you'll only remember it once...

Simples: Eu não vou lembrar apenas uma vez. Próximooo...

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

E o que fazer quando não se quer dormir? Quando o desejo de manter-se desperto é maior que tudo? Não, não é bem desejo. é um medo, uma agonia, um estranhar. Um medo dos sonhos, uma agonia do travesseiro, um estranhar do meu futuro acordar. Pior que nem sei se irei acordar. Nem sei se realmente acordado estou. Só sei que sinto, e sigo, enfim, sentindo sentido.

domingo, 20 de novembro de 2011

Só um papo no facebook.

Aiai...
Kings of convenience + histórias boas = aiai...

"
uashuahsuhuahsahsa
o que foi, tá lembrando de quê? "

- Po, nada. Acho.
É só a sensação, sabe?
Aquela coisa que cria um "aiai" no seu estômago, e ele vai subindo, selvagem, querendo porque querendo sair...
E quando sai, sai cansado, de boa, bem leve, domado.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Aviso

A todos que se aventuram a ler por aqui, um aviso. Alguns, na verdade. Aqui não há um herói que vai se superar no final. Aqui não há um poeta ardendo em paixão, proseando à amada. Aqui não há um gênio, e muito menos um vagabundo que superou todas expectativas. Não há uma esperança, uma regeneração, nem um sinal de mudança. Aqui é cru. Aqui é de instante. Aqui, há quase uma estante velha e empoeirada, cheia de tralhas. Brinquedos antigos, quebrados, coração rachado e remendado com durez velha e acabada. Muito rachado. Dilacerado. Estripado. Coração, cansado.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Hoje, agora, esta noite, minha vontade é de descer as escadas, ir até a esquina e gritar que quero três anos da minha vida de volta.

domingo, 6 de novembro de 2011

Mas enfim. O que é dignidade afinal?
O que é ser aprovado pelos outros, se você não está satisfeito consigo mesmo?
O quê?